segunda-feira, 25 de maio de 2015

Buñuel, Buñuel ...

Expanda sua mente, ele disseram, fuja do óbvio, enxergue além, transcenda ... (Nota: Transcendence - filme com o Deep, fraco por sinal, apesar do argumento interessante), mas não adianta, certas coisas minha mente limitada não me permite captar.

Eu não consigo entender arte dita contemporânea, gosto da arte clássica, sigo fielmente o exposto no documentário Why beauty matter (entender, diferente de respeitar, bom salientar).

Quando assisti pela primeira vez Um cão andaluz (Luis Buñuel), ao terminar eu pensei: o que diabos aconteceu aqui?

Como faço sempre após assistir a um filme, fui pesquisar resenhas/ opiniões, a maioria dizia algo do tipo: maravilhoso, uma obra - prima e etc e eu: é?
Enfim deve ser mesmo e eu é que não consigo acompanhar a genialidade do diretor. (Obs: Salvador Dali co-dirigiu o filme, ai já viu né?)

Até ai tudo bem, fiquei meio ressabiado com o Buñuel, era o primeiro filme do aclamado diretor espanhol que eu assistia, teve o segundo, e ai a coisa mudou de figura -Terra sem pão. Após pouco mais de 20 minutos de filme, ao término do mesmo, me deu vontade de ficar de pé e aplaudir (coisa que não fiz devido a preguiça de levantar da cama) este documentário chocante, que joga na nossa cara sem dó as mazelas que afligem uma sociedade despedaçada pela fome e falta de esperanças.

E, agora o placar esta assim: 1 x 1.

Não vou me aprofundar na análise dos filmes em questão, hoje é apenas para apresentar os dois, espero apenas despertar o interesse sobre os mesmos, os links estão ai, assistam, somando não da nem 50 minutos.

Obs: No excelente Meia noite em Paris (Woddy Allen), Buñuel tem seu pequeno espaço.
Obs [2]: Tenho que parar com essa mania de obs no final do texto.


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