Já perdi as contas de quantas vezes me peguei lendo as histórias do Analista, seja em algum biblioteca a toa, seja por e-books que tenho salvo no note .... Alô PF, olha a pirataria!
Uns meses atrás estava dando um curso num bairro distante, onde fui muito bem recebido e de onde só guardo boas lembranças, a família que me acolheu não sei se sente minha falta, comia tudo o que via pela frente. Mas, como diz aquela música: Quanto menor a casinha, mais sincero é o bom dia.
Como não possuo carro, ficava na dependência de carona pra ir e voltar, ai pra matar tempo esperando pra voltar com minha carona, ia pra biblioteca municipal e me servia do melhor do Veríssimo.
A mesa voadora, Comédias pra se ler na escola, Ed Mort, A velhinha de Taubaté e claro, o Analista de Bagé. E também crônicas do cotidiano.
Já conhecia e li todos uma porção de vezes, mas é impossível resistir ao humor tão carismático desse mestre brasileiro das palavras.
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