segunda-feira, 15 de junho de 2015

O cinema argentino bate forte no tupiniquim

Escolha qualquer um e seja feliz: A história oficial, Luna de Avellaneda, El Aura, Relatos Selvagens, Un cuento chino, O filho da noiva, Nove Rainhas e claro El secreto de sus ojos. Brinque de "minha-mãe-mandou-eu-escolher ..." no qual parar, tanto faz, será um senhor filme.

A história oficial e El secreto de sus ojos são vencedores do Oscar de melhor filme estrangeiro, eles são bi e nós nada.

Escolhi falar destes porque, exceto o "A história oficial", o resto tem no elenco um tal de Ricardo Darin, que ator, meus amigos. O que esse cara faz em cena é digno de aplausos, não a toa acumula prêmios.

El secreto de sus ojos eu colocaria numa lista dos 30 melhores filmes que já assisti. Não farei uma resenha sobre o mesmo, apenas digo - assistam e me cobrem depois.

Quanto ao cinema nacional, bem os dois últimos que assisti gostei: 2 coelhos e O Som ao redor, Central do Brasil é um filme lindo, assim como Cidade de Deus fez por merecer o destaque, mas ainda é pouco pra bater de frente com os hermanos.

Talvez eu esteja procurando no lugar errado, como um conhecido disse, preciso sair um pouco das grandes salas e procurar filmes nacionais digamos, poucos explorado midiaticamente. O cheiro do ralo é um exemplo, não recebe nem um quinto da atenção da mídia quando comparado a "Até que a sorte nos separe", que nem é um filme péssimo, como passatempo é aceitável. Pouca gente viu a atuação soberba do Selton Mello, o que é uma pena.

Agora, o que não da pra suportar são esses filminhos de comédia que ganham uma estrela da crítica especializada. Un cuento chino tem uma certa carga dramática, porém também carrega uma boa dose de humor, sem cair no apelativo e no clichê.

Enfim, não sou especialista em cinema, quis apenas deixar minha humilde opinião, que ficou maior do que eu esperava.




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